sábado, 20 de abril de 2013

A tríade Pensar, Sentir e Agir

Estes três vértices formam o triangulo magico da Criação, que envolve sempre Ideia, sentimento e ação.


Existe uma estreita correlação entre eles, de tal forma que quando um deles é  acionado desencadeia reação nos demais.
O pensamento gera sentimento, que provoca ação, a ação provoca sentimento e reflexão, o sentimento dependente da criação mental e da iniciativa.
Qual o motor que costumamos usar em nossas vidas?
Ação desenfreada e irrefletida, rompantes destruidores sem a analise cautelosa da razão?
Turbilhões de imagens mentais que incendeiam as emoções ?
Sentimentos nebulosos de magoa ou paixões desenfreadas, confundindoa razão  e a  visão  da realidade?
Os sábios antigos comparavam o homem com uma carruagem. O Cocheiro representa a mente, Os Cavalos Representam o coração e as emoções, A Charrete com sua mecânica, representa o Corpo Físico.
Quem está no comando desta carruagem?
A carruagem move-se desgovernada seguindo ladeira abaixo, carregando consigo o cocheiro e o cavalo selvagem que impõe sua força desobedecendo as ordens do cocheiro arrastando todos para o precipício?
Somente um cocheiro habilidoso, sereno e firme pode controlar está carruagem e leva-la com segurança para o seu destino.
A razão deveria ser a condutora de nossa vida,  inspirada pela força motora dos sentimentos que estimulariam os músculos para uma ação coordenada sob sua supervisão atenta.
Fora deste caminho a segurança e estabilidade ficam comprometidas.
Mas quando  trazemos lições não aprendidas, raramente sabemos equilibrar nossas forças internas, gerando desiquilíbrio também em nossos   corpos.
Mas a sabia mãe natureza, nossa fábrica de carruagens, conhece todas as nossas deficiências e constrói as carruagens ajustadas para corrigir estas imperfeições e os riscos da viagem  para chegarmos seguros aos nossos objetivos, colocando os reforços no local que precisa. Muitos não entendem o desconforto causado por estes calços e passam a vida tentando remove-los. Se eles conseguirem retira-los antes que tenham aprendido suas lições suas viagens estarão seriamente comprometidas.
Imaginem se um homem precipitado tivesse o poder de concentração de um perfeccionista, ou se o um explosivo tivesse a forca motora do pratico e assim por diante? Como diz o proverbio popular, Deus não dá asas a Cobras.
Quantos consultórios médicos e psiquiátricos estão cheios destes viajantes que querem consertar aquilo que parece uma erro ou imperfeição.
Mas como percebemos as coisas em sentido invertido,  não  compreendemos a verdadeira razão destas aparentes imperfeições.
O que para nós parece a causa, muitas vezes é o efeito, o que parece o problema pode ser apenas a solução, o que parece uma doença pode ser uma cura.
Uma personalidade metódica, racional e incrédula pode ser a experiência de cura da alma sonhadora aprendendo a realizar. Uma personalidade cigana, aventureira e desapegada pode ser a experiência libertação de antigas prisões e excessiva rigidez. Uma personalidade ambiciosa, que prima pelo resultado, quem sabe não é uma alma perfeccionista e critica aprendendo a lidar com a realidade humana.
Quanto mal poderíamos fazer a nós mesmos e aos outros se tivéssemos o poder de “consertar”  nossas carruagens tortas, antes de aprender a  controla-las.
Voltemos a figura Pitagórica do triangulo equilátero da criação. 
Ela nos mostra que o processo criativo só se completa com a ação e materialização.
A mente tem todas as possibilidades embrionárias, mas sem a materialização ocorre um aborto e não há o nascimento efetivo. Viver é dar forma as possibilidades quânticas através das escolhas sujeitando-se a erros e fazendo correções em busca da perfeição infinita.
É no momento da realização que surge a chispa do aprendizado de si mesmo revelando ao criador sua própria natureza criativa,  num processo recíproco, onde a coisa observada também modifica o observador.
Seriamos nós co-autores do universo a medida que criamos e transformamos o mundo que nos cerca através de nossas experiências e aprendizados , como afirma Dona Zohar eu no Livro  O Ser quantico?
No livro a autora cita Rilke:  “Somos abelhas do invisível. Loucamente juntamos o mel do visível para armazená-lo na grande colmeia dourada do invisível.”
Ou Seriamos pequeninas aranhas tecendo uma nova realidade, onde o fio de uma encontra o fio da outra criando  o tecido universal da sociedade sob o comando da “Aranha Rainha”, que se desdobra em múltiplas consciências individuais?
Seria então o labirinto humano apenas uma folha em branco a ser preenchida pelas experiências individuais compartilhadas, onde nada estaria pré-definido?
Se um mestre pode se tornar um aprendiz enquanto ensina, modificando o curso e a essência do próprio ensino enquanto aprende, é porque tudo é dinâmico e mutável e as possibilidades são infinitas e imprevisíveis.
Nada estaria estabelecido de forma fixa, imutável ou incurável. Todos os limites podem ser superados pela criatividade do espírito que tem em si o poder infinito.
Então o universo precisa que cada um conjugue a equação Pitagórica de Pensamento, Sentimento e ação para continuar a  jornada criativa do Homem, que recebeu no sétimo dia a Missão de continuar a obra criativa.
A  nossa Escola  tem na educação da Mente seu Pilar principal para que o estudante aprenda a controlar  suas “éguas devoradoras” do pensamento, dominando  o turbilhão criativo cadenciando pensamentos e levando paz e harmonia a mente. Assim poderá montar seguro sobre o “Touro das emoções” e caminhar com ele para o plano da realização consciente.
Quando a ideia cristalina fertiliza o terreno das emoções, surge então a força motora da ação que levará o estudante a sua própria experiência,  que ao superar os desafios transforma sua alma com um salto quântico para a percepção de si mesmo e da realidade universal.


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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Somos do tamanho de nossas Crenças?

Colocamos toda nossa energia naquilo que acreditamos, e fazemos de má vontade aquilo que não acreditamos.

Algumas crenças  sao limitantes e prejudicam nossa caminhada rumo aos nossos objetivos, enquanto que outras sao estimulantes e facilitam e abrem portas incentivando nossas ações positivas.


Independentemente de ajudar ou dificultar, sob a ótica universal, toda  crença pode ser vista como um fator limitante.

Para o homem comum estes limites são como as margens de um rio, que ajudam a manter o foco e a direção na vida.


Mas aquele que busca a liberdade já não se contenta mais com estes artifícios do inconsciente e deseja mergulhar no Oceano infinito do saber.


Muito mais do que limitar nossas ações, nossas crenças limitam e demarcam o nosso universo pessoal e a nossa capacidade de enxergar as coisas.

Até onde vai esta limitação ?


Até onde podemos afirmar que aquilo que acreditamos é real ou fruto apenas de nossa miopia ?


De acordo com estudos  da física quântica o observador modifica a coisa observada, segundo suas expectativas e crenças.


Sendo assim, será que não moldamos um universo só nosso para confirmar nossa crença e nos mantermos seguros ?


Poderíamos dizer  então que somos as nossas crenças ?


Através de nossas crenças limitamos a realidade infinita e formamos  nossa individualidade  e  identidade, como se  desenhássemos um circulo em torno de nós, definindo nossos comportamentos dentro e fora deste circulo.

Para aumentar nossa segurança e fortalecer a espessura destas linhas delimitadoras, buscamos adesão a nossa crença em outros indivíduos, para ter  a sensação de que temos a verdade.

Ajudamos assim a construir o inconsciente coletivo com indivíduos que se aliam aderindo e alimentando crenças comuns.

Vivemos todos em um mundo delimitado por pálidas sombras da verdade infinita.  

A medida que a luz de novas percepções vai clareando  estas sombras  mudamos nosso comportamento, expandindo nossa visão.


Conhecerás a Verdade e a verdade voz libertará.


Seja pela experiência, seja pela reflexão, seja mergulhando no oceano do inconsciente, fazemos escolhas, quebramos velhos paradigmas e ampliamos nossa visão.

Buscamos a verdade absoluta, mas parece que ela esta fora do alcance do individuo comum, pois este não quer abrir mão do circulo limitador das crenças.


Eliphas Levy em seu livro, A chave dos grandes Mistérios   , nos diz ao seu modo  "Aquele que crê não sabe, pois quem sabe não precisa crer "


Mesmo o Sábio ainda não alcançou a verdade absoluta, embora sua visão seja mais clara e luminosa.   

Segundo a  física quântica, no universo  todas as possibilidades ocorrem em simultâneo, mas diante do observador e sua consciência sempre catalisam apenas uma destas possibilidades. 


O tempo e o espaço existiriam simultaneamente em todas as suas possibilidades, fora do alcance  da consciência humana.


Mas aos elétrons é permitido orbitar simultaneamente infinitas posições zombando do tempo e do espaço, mas o homem está condenado a fazer escolhas porque vive na dimensão da linearidade.

Como no quadro em que Moisés tem diante de si duas taças  e tem que fazer uma escolha.
Uma contem vinho branco e outra veneno.   Mas Moises podia enxergar além das aparências e fazer uma boa escolha.


Para o homem, sempre  haverão escolhas.   Toda escolha implica uma renuncia.
Diferentes caminhos em um gigantesco labirinto onde existe uma só saída mas muitas formas de chegar la.


Algumas mais curtas e mais fáceis e outras mais longas e penosas.  Caberá  a cada homem aprender a encontrar uma luz  para lhe ajudar nestas escolhas.
No jogo da vida Sempre existem os "universitários", mas precisamos aprender  a decifrar  suas mensagens e entender sua linguagem.


A caminhada se torna mais fácil para quem  aprende a buscar ajuda superior.

Para isso precisa  desenvolver  sua harmonia interna e aceitar as regras da harmonia universal.

Dos Mestres no chegam um conselho sábio.


"Agindo em estreita colaboração com os auxiliares invisíveis, fazendo sua parte, e trabalhando de forma persistente para vencer as dificuldades,  poderá aos poucos vencer suas próprias limitações e expandir suas possibilidades removendo um a um  os obstáculos que colocastes em suas vistas pelas falsas crenças que alimentastes.


Chegará um dia em que restará apenas um pequeno véu, que poderá ser então  removido pelo teu Mestre."

A Cadeia de Ligação com o Inconsciente Coletivo

A Cadeia de Ligação com o Inconsciente Coletivo

O genial Carl Gustav Jung, mais do que um psicanalista, era um homem adiante do seu tempo. 
Psicólogos e psiquiatras da primeira metade do século passado se contentavam em colecionar provas sobre os fenômenos extra-sensoriais para tentar comprovar suas existências. 

Jung, no entanto, queria bem mais do que isso. Desde seus tempos de principiante na carreira médica, ele já sabia que telepatia, precognição e psicocinese existiam, mas era preciso entender como elas funcionavam.

O resultado de intensa pesquisa fez surgir a sua famosa Teoria da Sincronicidade, que ele veio a publicar quase no final da sua vida. 


O que a maioria sempre chamou de coincidência, com a tendência de coisas semelhantes ocorrerem inesperadamente e ao mesmo tempo, para Jung teria de ter uma explicação não casual que unisse causas e efeitos. 


Por que ao pensar numa pessoa a quem não vemos faz tempo, de repente, ela aparece à nossa frente?


Como explicar o livro que cai à nossa frente com a página aberta numa solução para um problema que atormentava a nossa mente?  


Jung percebeu que o avanço da ciência poderia fornecer-lhe muitos subsídios para levar suas pesquisas adiante. Na época, a Teoria da Relatividade de Einstein desafiava e perturbava as velhas noções de tempo e espaço, que faziam parte do quadro de causalidade que estava sendo estudado por Jung.


Os fatos levantados pela física quântica, que se mostravam extremamente anárquicos, estimularam a busca de Jung para a melhor compreensão da psique humana. 


Jung uniu, então, definitivamente, a psicanálise à física quântica, ao argumentar que num reino além da nossa psique consciente, com suas divisões entre mente e matéria, há uma unidade sem tempo, onde o passado, o presente e o futuro se fundem, e onde a matéria e a psique não passam de manifestações de uma única realidade.


A base da sua Teoria da Sincronicidade estava enfim, lançada, com a identificação de um inesperado paralelismo entre acontecimentos psíquicos e físicos. 


A verdade é que toda a Teoria da Sincronicidade está intrinsecamente relacionada à Teoria do Inconsciente Coletivo e dos Arquétipos.


A noção básica em todo o trabalho de Jung é a de que, como espécie, os seres humanos compartilham memórias e experiências comuns, e que todos esses tesouros raciais reunidos estão armazenados no inconsciente coletivo.


Esta ideia de consciência coletiva de Jung nos lembra a vida em um formigueiro. Parece que todas as formigas fazem parte de uma rede de relacionamentos e seguem a direção de uma vontade coletiva.


Em contraposição,  vemos o homem a tentar impor a sua vontade individual sobre a vontade coletiva.


Mais notadamente o homem ocidental.


O oriental em geral se comporta de forma diferente, como se fisesse parte de algo maior.
Nas cidades orientais, Milhares de carros, motocicletas, bicicletas e pessoas se misturam , mas sem respeitam e se entendem perfeitamente, como se vivessem conectados com a consciência que controla o "formigueiro".


Esses povos costumam cultuar seus antepassados com respeito e devoção,   ligando o visível ao invisível, unindo presente passado e futuro.


Segundo a Neurolinguística  quando fazemos coisas em conjunto com outras pessoas estabelecemos uma sintonia, ou Rapport, que permite uma conexão do nosso inconsciente com o inconsciente da outra pessoa.


Somos Seres grupais e assim, criamos  bolhas de relacionamentos  com varias conexões entre elas, formando uma verdadeira  rede de relacionamentos.


É semelhante ao que acontece em uma panela de água quente onde as gotículas de óleo vão se unindo e formando bolhas maiores, e aos poucos estas bolhas se unem até que finalmente todas se juntam em uma única bolha.


Todas as religiões e filosofias buscam religar o homem a sua essência, a consciência universal.  

Muitos entendem que este religare é algo para um futuro distante, como premio de uma longa caminhada.


Mas segundo a visão de jung, somos fragmentos desta alma universal que busca a reintegração,  que deve  acontecer todo dia, a cada relacionamento, a cada  sintonia ou Harmonia que criamos com pessoas e grupos que nos conectam ao Inconsciente Universal, ampliando assim nossa percepção de nos mesmos e do universo.


Toda esta reflexão  nos remete a Nossa Cadeia Magnética, um ritual de profundo significado.
Talvez o maior dos mistérios de nossa ordem. 


Através dela mantemos viva nossa Egregora e a chama do ideal que alimentamos e nos conectamos com toda a família Supermentalista, visível e invisível,  e com Inteligências que comungam  ideais semelhantes.
  Através da ligação com aqueles que nos são mais afins, formamos elos de afinidade e através deles alcançamos outras inteligências nos conectando com a alma universal.

É uma corrente de mão dupla que precisa ser alimentada com a mente ativa e o coração fervoroso, para que possamos nutri-la e receber dela novas forças e inspirações.

O fruto da vida

Acreditamos que Deus é todo poder, todo amor, toda verdade, toda justiça e toda harmonia, não é mesmo. Queremos manifestar sua grandio...